Aquele garoto da floresta que não tinha uma fada está de volta. No encerramento do Nintendo Direct de junho, a Nintendo revelou o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, exclusivo de Switch 2, com chegada prometida ainda para 2026.
O trailer foi puro fanservice cinematográfico: nada de gameplay, só o Link e a Triforce brilhando enquanto a câmera passeava por uma tapeçaria de Hyrule. Foi o suficiente. A Nintendo sabe exatamente que botão emocional está apertando.
Pra quem chegou agora: o original saiu no Nintendo 64 em novembro de 1998, marcou nota 99 no Metacritic e basicamente ensinou a indústria inteira a fazer ação-aventura em 3D. Não é um relançamento qualquer. É o jogo.
Segundo os vazamentos que anteciparam o anúncio, não estamos falando de um remaster preguiçoso. A conversa é de um remake completo, reconstruído do chão pra cima. Resta saber o quanto a Nintendo vai mexer numa fórmula praticamente perfeita.
Reconstruir um dos jogos mais reverenciados da história é uma faca de dois gumes: agrada quem nunca jogou, mas coloca a Nintendo numa corda bamba com a galera que tem cada dungeon decorada desde 1998.
A boa notícia é que, teaser de 30 segundos ou não, Hyrule está voltando. E desta vez em uma geração à altura.
► O que a Nintendo NÃO pode mudar de jeito nenhum nesse remake? ♪