Top 10 segredos de games que levaram décadas para serem descobertos
De um emulador inteiro escondido em GoldenEye a um modo de 2 jogadores que ninguém viu por 28 anos: 10 segredos reais que dormiram dentro dos cartuchos por anos — confirmados pelos próprios desenvolvedores.
Top 10 segredos de games que levaram décadas para serem descobertos
De um emulador inteiro escondido em GoldenEye a um modo de 2 jogadores que ninguém viu por 28 anos: 10 segredos reais que dormiram dentro dos cartuchos por anos — confirmados pelos próprios desenvolvedores.
Um emulador de ZX Spectrum escondido em GoldenEye 007
Rare — Nintendo 64, 1997
Em 2012, 15 anos após o lançamento, hackers descobriram que GoldenEye carrega um emulador de ZX Spectrum totalmente funcional com 10 jogos clássicos da Rare embutidos. Era um experimento interno dos desenvolvedores que ficou desativado no código final — o cartucho inteiro sempre foi um 2-em-1 sem ninguém saber.
O último segredo oficial de Doom II, 24 anos depois
id Software — PC, 1994
O setor secreto do mapa Industrial Zone era considerado impossível de ativar sem cheats. Em 2018, o speedrunner Zero Master descobriu que era preciso deixar um Pain Elemental empurrar o jogador para dentro do teleporte — e John Romero, autor do mapa, confirmou publicamente: era o último segredo oficial do jogo.
O modo de 2 jogadores secreto de Super Punch-Out!!
Nintendo — Super Nintendo, 1994
Em 2022, 28 anos após o lançamento, descobriram que segurar botões específicos no segundo controle libera seleção livre de oponentes e um modo em que o segundo jogador controla o lutador adversário. O código funciona até no SNES Classic e no Switch Online — estava lá o tempo todo.
Michael Jackson compôs para Sonic 3 (e a Sega escondeu)
Sega — Mega Drive, 1994
Por décadas foi lenda urbana, até músicos da equipe do Rei do Pop confirmarem: Michael Jackson trabalhou na trilha de Sonic 3, mas saiu dos créditos após os escândalos de 1993. Faixas como a do Ice Cap Zone carregam o DNA dele — e anos depois a Sega chegou a substituir essas músicas em relançamentos.
Adventure: o primeiro easter egg foi um protesto
Atari — Atari 2600, 1980
A Atari não creditava programadores, então Warren Robinett escondeu uma sala secreta com a frase “Created by Warren Robinett” dentro de Adventure. Descoberto por um jogador depois que ele já tinha saído da empresa, o segredo batizou o termo “easter egg” e fundou uma tradição que dura até hoje.
A sala secreta de Chris Houlihan em Zelda
The Legend of Zelda: A Link to the Past — Super Nintendo, 1992
Chris Houlihan era um fã que venceu um concurso da Nintendo Power e ganhou o direito de ter o nome escondido num jogo futuro. A sala dele em A Link to the Past é na verdade um failsafe: só aparece quando o jogo falha ao carregar uma área, o que a manteve praticamente invisível por anos.
O flash da plateia em Punch-Out!! era uma dica secreta
Nintendo — NES, 1987
Foi o próprio Satoru Iwata, presidente da Nintendo, quem revelou em 2009 — 22 anos depois: quando uma câmera pisca na plateia, é o sinal exato para acertar o golpe que derruba o Bald Bull durante a investida. A dica esteve na tela o tempo todo, na cara de milhões de jogadores.
As iniciais escondidas no Donkey Kong da Atari
Port de Donkey Kong — Atari 8-bit, 1983
O programador Landon Dyer escondeu as iniciais “LMD” no port de Donkey Kong para os computadores Atari, atrás de uma sequência de ações tão obscura que ninguém encontrou. Só depois que ele mencionou o segredo em seu blog, 26 anos depois, um pesquisador desmontou o código e provou que era real.
Os dois lutadores misteriosos da abertura de Street Fighter II
Capcom — Arcade, 1991
Todo mundo viu a abertura com dois brigões anônimos trocando socos diante da multidão — e por 25 anos ninguém soube quem eram. A Capcom só revelou os nomes muito depois: Max e Scott, personagens criados apenas para aquela cena e que nunca entraram no elenco jogável.
“Fun is infinite”: a tela macabra escondida em Sonic CD
Sega — Sega CD, 1993
Um código secreto na tela de sound test revela um Sonic de rosto distorcido com a mensagem “Fun is infinite with Sega Enterprises”, assinada por “Majin”. Virou creepypasta clássica dos anos 2000 até se descobrir que “Majin” era só a assinatura do artista Masato Nishimura — mas o susto continua valendo.